Guerra em nós

Guerra em nós
Golgotha [Não atribuída]

Ninguém pode já dizer
que o suor é sangue ignóbil
que os deuses de hoje não vão ter
santuários de Chernobil

Ninguém pode já chorar
os soldados de valor
que defendem que defendem Sarajevo
ou resistem ou resistem em Timor

O chão transpira cadáveres
numa vala do planeta
são tempestades nos mares
das prisões que o ódio inventa

Ninguém pode fugir mais
dos metralhas verdadeiros
nas rusgas policiais
em combates rotineiros

Ninguém quer ouvir a voz
dos pesadelos em si
dos crimes dos crimes que todos nós
cometemos cometemos por aí

mi do#- Ninguém pode já dizer la si mi si que o suor é sangue ignóbil mi do#- que os deuses de hoje não vão ter la si mi santuários de Chernobil la si mi do#- Ninguém pode já chorar la si mi mi7 os soldados de valor la si mi do#- que defendem que defendem Sarajevo la si mi ou resistem ou resistem em Timor mi la O chão transpira cadáveres mi si numa vala do planeta do#- fa#- são tempestades nos mares la si mi (do#-) das prisões que o ódio inventa Ninguém pode fugir mais dos metralhas verdadeiros nas rusgas policiais em combates rotineiros Ninguém quer ouvir a voz dos pesadelos em si dos crimes dos crimes que todos nós cometemos cometemos por aí
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